Receitas da AMX crescem 11,8% e encerram setembro em US$ 13,26 bilhões

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Receitas das operações da América Móvel (AMX) no Brasil, que reúnem os negócios da Claro, da Net e da Embratel, entretanto, ficaram estáveis em R$ 9,07 bilhões. Houve queda de 7,6% no negócio móvel, cuja a receita ficou em R$ 2,91 bilhões no terceiro trimestre.

A mexicana América Móvil (AMX), que no Brasil controla a Claro, a Net e a Embratel, aumentou em 11,8% suas receitas no terceiro trimestre e somou 249,7 bilhões de pesos mexicanos, o equivalente a US$ 13,26 bilhões, ao final de setembro. As receitas de serviços ficaram em 214,2 bilhões de pesos (US$ 11,37 bilhões), alta anual de 9,1% na comparação entre trimestres – com as receitas de dados móveis respondendo por 31,6% desse montante; voz móvel, 29,9%; dados fixos, 15,7%; voz fixa, 12,8%; e TV paga, 10%.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBTIDA) ficou em 67,73 bilhões de pesos mexicanos (US$ 3,59 bilhões), 1,5% maior que um ano antes; e o lucro operacional ficou em 30,06 bilhões de pesos (US$ 1,59 bilhão), 14,5% menor.

A AMX também conseguiu reduzir sua dívida líquida em 4,36% na comparação com dezembro do ano passado, encerrando setembro de 2016 em US$ 32,333 bilhões, com destaque para a melhora no fluxo financeiro de operações como no Brasil e no México.

Ao final de setembro a AMX tinha em todas as suas operações um total de 366,2 milhões de linhas em serviço, das quais 283,920 milhões de linhas móveis e 82,307 milhões de unidades geradoras de receitas fixas.

Resultados no Brasil

Juntas, Claro, Net e Embratel registraram R$ 9,07 bilhões em receitas no terceiro trimestre, valor praticamente estável na comparação anual com igual período de 2015, alta de 0,1%. Houve queda de 7,6% no negócio móvel e a receita ficou em R$ 2,91 bilhões – R$ 2,664 bilhões em receitas de serviço (8,1% menor que no terceiro trimestre de 2015) e R$ 247 milhões em equipamentos (0,8% a menos). As receitas fixas, por sua vez, totalizaram R$ 6,16 bilhões no trimestre (alta de 4,2%). O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBTIDA) ficou em R$ 2,41 bilhões (queda de 2,2%); enquanto o lucro operacional ficou em R$ 224 milhões (redução de significativos 50,1%).

Ao final de setembro as operações da AMX no Brasil tinham 63,519 milhões de acessos móveis da Claro, 9,7% a menos que um ano antes. 46,233 milhões eram assinantes pré-pagos e 17,285 milhões pós-pagos. As UGR fixas, que somam os acessos de banda larga, telefonia fixa e TV por assinatura, ficaram em 36,983 milhões de acessos, alta de 0,6%.


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