Telefônica/Vivo tem lucro líquido de R$ 952,7 milhões no trimestre

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Resultado é 9,6% superior ao registrado no terceiro trimestre de 2015 na comparação pro forma, que leva em conta a aquisição da GVT. Serviços de dados e TV por assinatura compensaram redução nos serviços tradicionais de voz.

O lucro líquido da Telefônica/Vivo registrou alta de 9,6% no terceiro trimestre na comparação anual pro forma (considerando a aquisição da GVT), somando R$ 952,7 milhões, segundo dados do balanço financeiro da companhia divulgado na noite de terça-feira, 25. No acumulado de 2015 até setembro, alta de 29,5%, para R$ 2,870 bilhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBTIDA) foi de R$ 3,410 bilhões entre julho e setembro e de R$ 10,399 bilhões no acumulado do ano, altas de 8,8% e 12%, respectivamente, com margens de 31,9% e 32,9%.

A receita operacional líquida cresceu 1,1%, totalizando de R$ 10,693 bilhões no trimestre e 0,8% nos nove meses de 2016, somando R$ 31,634 bilhões. A receita operacional de serviços ficou em R$ 10,386 bilhões no trimestre e R$ 30,716 bilhões no acumulado do ano, altas de 2,2% e 1,6%, respectivamente.

E enquanto o negócio móvel conseguiu manter crescimento, de 4,9% no trimestre e de 2,6% nos três trimestres de 2016 (totais de R$ 6,131 bilhões e R$ 18,026 bilhões respectivamente), caiu a receita de serviços fixos no trimestre: redução de 1,4% no trimestre (para R$ 4,254 bilhões). No acumulado do ano, alta de 0,2%, somando R$ 12,689 bilhões.

Dados operacionais

A Telefônica/Vivo tinha ao final de setembro um total de 97,202 milhões de acessos, 6,2% menos que em setembro de 2015. A queda foi puxada pela redução de 7,5% na base de telefonia móvel, que totalizou 73,495 milhões de linhas ativas. Essa retração se deu na modalidade pré-paga – caiu 16,3% e não foi compensada pelo crescimento de 6,8% da base pós-paga. A receita média por usuário (ARPU) cresceu 14,9% e agora está em R$ 27,80.

A base de telefonia fixa encolheu 2,3%, encerrando setembro em 23,707 milhões de linhas em serviço. Houve queda de 4% nos acessos de voz (14,634 milhões ao final de setembro), enquanto a banda larga fixa cresceu 1,8% (7,311 milhões de acessos – 4,117 milhões em fibra (8,6% de crescimento). A base da TV paga também caiu (3,7%), para 1,762 milhão de assinantes de TV. A ARPU de voz ficou em R$ 42,20 (-4,3%), a da banda larga em R$ 44,80 (+7,8%) e da TV por assinatura em R$ 92,60 (+12,4%).


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