Brasil perde 1 milhão de linhas móveis em um mês

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Houve um crescimento líquido de 6,56% na tecnologia de 4G entre os meses de agosto e setembro, totalizando 3,04 milhões de novos acessos LTE. Mas esse crescimento não foi suficiente para compensar o total de desconexões líquidas de acessos 2G e 3G.

O País encerrou o mês de setembro com um total de 251.028.412 linhas móveis em operação, uma queda de 1.053.072 linhas na comparação com o mês de agosto, segundo dados da Anatel divulgados nesta segunda, dia 7. Isso representa uma queda de 0,42%.

E a base de acessos móveis vem encolhendo durante todo o ano: já foram 6,79 milhões de linhas desconectadas desde o início de janeiro, uma queda de 2,63%.

Houve um crescimento líquido de 6,56% na tecnologia de 4G entre os meses de agosto e setembro, totalizando 3,04 milhões de novos acessos LTE.

Mas esse crescimento não foi suficiente para compensar o total de desconexões líquidas de acessos 2G e 3G. A tecnologia GSM registrou uma perda líquida de 1,48 milhão de linhas em serviço (queda de 2,71% em relação a agosto); enquanto os acessos de terceira geração WCDMA perderam 2,64 milhões de linhas (-1,97%).

Entre as operadoras, Claro, Oi e TIM perderam base em setembro. A Vivo continua líder de mercado, adicionou 25,864 mil assinantes e agora tem uma base total de 73.494.793 linhas móveis.

Em segundo lugar, segue a Claro, que mesmo tendo perdido base (164,656 linhas a menos), conseguiu perder menos que a TIM (267,134 linhas a menos em setembro). A Claro encerrou setembro com uma base de 63.518.464, enquanto a TIM ficou com uma base de 63.247.069 acessos móveis.

A Oi segue como a quarta operadora do mercado, com uma base de 46.365.615 acessos após uma perda líquida de 695.242 linhas em setembro.