Huawei lança estudo sobre os requisitos da rede de apoio orientada à VR

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De acordo com análises computacionais de testes no laboratório Huawei iLab, apenas os serviços VR com resolução full-screen 24K podem atingir os efeitos das TVs de ultra-alta definição (UHD).

Para atender à crescente demanda por serviços de realidade virtual (VR), as redes de telecomunicações precisarão de um bom plano de desenvolvimento tecnológico. Pensando nisso, a Huawei realizou o estudo sobre os Requisitos da Rede de Apoio Orientada e as implicações para as operadoras de rede.

Essas redes precisarão atender a requisitos de espacialidade (usuários podem acessar informações massivas dos dados do ambiente virtual espacial), interação (com os dados espaciais em ambientes virtuais e com outros usuários), experiência em tempo real (o que requer conexões em tempo real); e largura de banda para suportar a pressão massiva que esses serviços exercerão sobre a infraestrutura com imagens e resoluções maiores que os serviços de vídeo tradicionais.

De acordo com análises computacionais de testes no laboratório Huawei iLab, apenas os serviços VR com resolução full-screen 24K podem atingir os efeitos das TVs de ultra-alta definição (UHD).

A Huawei acredita que a qualidade do vídeo VR será gradualmente aperfeiçoada. Na fase pré-VR, a resolução da tela é de 4K ou inferior e a largura de banda mínima necessária é de 25 Mbps. Na fase VR do segmento de entrada, a resolução da tela é de 8K e a largura de banda mínima necessária é de 100 Mbps. Na fase da VR avançada, a resolução da tela é de 12K, a taxa de frames é ampliada para 60 frames por segundo (FPS) e a largura de banda mínima necessária é de cerca de 400 Mbps. Finalmente, na fase da ultimate VR, a resolução da tela é de 24K ou maior, a 3D torna-se comum e a largura de banda mínima necessária é de 1 Gbps para garantir uma experiência VR superior.

As redes precisarão ainda suportar renderização VR na nuvem, o que impõe requisitos rigorosos sobre a latência da rede.

“Para tornar a VR possível e levar os serviços de comunicações e entretenimento para o próximo nível, as redes precisarão se desenvolver para habilitar um baixo consumo de energia, grande capacidade, otimização da arquitetura de rede e expansão da capacidade”, diz o estudo, que pode ser acessado na íntegra neste link.


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