Receita da Sage cresce impulsionada por subscrição de software

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A Sage, especialista em soluções de gestão e contabilidade, registrou um aumento de 6,1% na receita do ano fiscal de 2016, impulsionada pelo crescimento das subscrições de software.

A receita orgânica foi de 1,57 bilhões de libras e a receita recorrente registrou a mais rápida taxa de crescimento em dez anos – 10,4%. O grande foco da Sage no ano fiscal, terminado a 30 de setembro, foi a subscrição de software, que subiu 32,3%. Isso ficou em linha com a transição planeada pela empresa, ao mesmo tempo que se confirma o declínio nas receitas de licenças de software (quebra de 8,5%, comparado ao declínio de 0,7% em 2015).

O número de contratos de subscrição disparou 46% e já ultrapassa um milhão, com a melhoria das taxas de retenção para 86%. As receitas do Sage One aumentaram 54% e, no caso do Sage X3, melhoraram 18% das receitas fruto do aumento de 25% no número de clientes.

Em termos regionais, o crescimento da Sage foi mais acelerado nas receitas na Europa, África e Brasil; os piores resultados foram na Ásia e na América do Norte estiveram em linha com 2015.

“A primeira fase do programa de transformação foi completada com sucesso”, resumiu Stephen Kelly, CEO da Sage. “Para a segunda fase garantimos que temos a equipa de gestão, os processos e a cultura necessários para oferecer o melhor ecossistema de tecnologia para nossos clientes – os empreendedores que alavancam a economia mundial, criando emprego, crescimento e prosperidade”, declarou. O executivo sublinhou que a fase dois da transformação continuará sendo não linear e focada em “criar maior inovação tecnológica”, com foco na aquisição de novos clientes e melhoria da execução da estratégia.

Essa segunda fase da transformação da Sage começa no início do ano fiscal de 2017. Incluirá a manutenção do investimento para crescimento através de vendas e marketing e a obtenção de economias anuais de pelo menos 50 milhões de libras, com um retorno a menos de 2 anos. O objetivo em 2017 é alcançar pelo menos 6% de crescimento orgânico das receitas e uma margem operacional orgânica de 27%.


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