Tecnologia destruirá cerca de metade dos atuais empregos

EmpregoGestão

Um artigo da Universidade da Pensilvânia diz que a revolução tecnológica terá consequências negativas para o emprego no futuro.

Segundo se depreende dos dados mostrados pela organização Working Nation, os países desenvolvidos vão sofrer uma perda de 47% dos postos de trabalho existentes ao longo dos próximos 25 anos.

A organização norte-americana avança que o setor mais afetado será o da manufatura e assume que o problema é que os novos empregos não serão criados nesse campo, diz o artigo da Wharton Business School da Universidade da Pensilvânia.

Nesse sentido, os autores garantem que cada vez há uma maior presença de robôs nos processos de produção nas fábricas, e revelam que os empregos de nível médio estarão obsoletos até o ano de 2034, já que é inevitável que a revolução tecnológica acabe por os eliminar.

Outros trabalhos que serão afetados pelos avanços tecnológicos são os contabilistas, médicos, advogados, professores, funcionários e analistas financeiros.

O documento destaca ainda que a chegada dos computadores que são capazes de analisar e comparar grandes quantidades de dados irão ajudar na tomada de decisões médicas e financeiras, reduzindo erros de diagnóstico e fraude económica, mas adverte que a mesma tendência também irá remover postos de trabalho.


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