Inteligência Artificial é imperativa para manter empresas relevantes

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O relatório Avanade Technology Vision 2017 conclui, depois de analisar as tendências para os próximos três anos, que nos encontramos perto do limiar de uma nova década de disrupção digital.

Esta rutura digital será impulsionada pela inteligência artificial e a automação. O relatório adianta que a transformação trará novas oportunidades a quem investir em IA. A inteligência artificial será a mudança, assim como os computadores pessoas na revolução da década de 90.

Já estão a ser alteradas algumas formas de trabalho, baseadas em IA que permite às empresas “interagirem, servirem e empoderarem seus clientes e funcionários” e que permitirão melhores resultados e iniciativas, segundo o comunicado.

“No Brasil, em um momento onde as empresas buscam inovar sem aumentar seus orçamentos, a adoção de técnicas de Inteligência artificial e a automação estão acelerados, pois permitem reduzir investimentos em atividades repetitivas e assim liberam investimentos para inovações que realmente trazem valor. É uma nova revolução industrial, inclusive na área de serviços” explica Marcelo Serigo, Digital Advisory and Innovation Lead da Avanade.

O relatório diz que existe necessidade para que a ética digital seja discutida e pensada dentro das organizações visto que “cada ação digital pode ter consequências não intencionais”. Além que a IA vai alterar a forma como vivemos, trabalhamos e vemos o mundo.

Outro tema central é a necessidade das organizações agirem de forma responsável e adotarem uma ética digital, uma vez que cada ação digital pode ter consequências não intencionais. Fica claro que IA está alterando a forma como vivemos, trabalhamos e entendemos o mundo, e essa “digitalização de tudo” requer um novo parâmetro para responsabilidade corporativa.

“Inteligência artificial se tornou uma realidade. Organizações que se movimentarem para se aproveitar dela alcançarão novos níveis de produtividade, assim como níveis altos de engajamento e satisfação de equipes.” Explicou Chris Miller, Chief Technology Innovation Officer na Avanade.

O relatório da Avanade identificou cinco medidas para as empresas entrarem e crescerem na erada IA:

  1. Incorpore IA como uma nova camada para a experiência do usuário: Clientes não estarão apenas em aplicativos ou na internet. Eles esperarão assistentes equipados com IA e interfaces invisíveis, assim como experiências diferenciadas como voz, realidade mista e tátil.
  2. Aprimore suas equipes: os ganhos obtidos por inovar a produtividade no local de trabalho alcançaram um platô, mas IA ajudará as organizações a alcançar novos níveis de eficiência e eficácia. Uma força de trabalho aprimorada por meio de IA também ajudará as empresas a reter uma nova geração de funcionários.
  3. Se conecte à economia das plataformas: Organizações devem estar preparadas para criar e se unir às plataformas baseadas em IA em suas respectivas indústrias e outras, para que possam alcançar os consumidores em qualquer lugar.
  4. Adote uma abordagem DesignOps em todos os lugares: Combinar design thinking e princípios da engenharia moderna será uma necessidade para a transformação digital de uma empresa para uma entidade centrada no usuário. Organizações devem começar imediatamente a construir uma cultura, mindset e modelo de negócios preparados para a revolução DesignOps – na qual todos estão focados no usuário.
  5. Aja com responsabilidade e tenha um plano para consequências secundárias: A ascensão da IA está alterando fundamentalmente tudo sobre como vivemos, trabalhamos e compreendemos nosso mundo. Organizações devem desenvolver um framework de ética digital que aborde questões como segurança de dados, confiança e privacidade, e que dê orientações sobre como os dados devem ser obtidos e utilizados.

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