São Paulo recebe primeiro encontro do mercado de internet entre Brasil e China

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A China Brazil Internet Promotion Agency (CBIPA), agência de promoção de negócios digitais entre Brasil e China, anunciou que vai realizar o Chinnovation 2017. O evento decorrerá no dia 30 de maio, no WTC em São Paulo e vai reunir executivos do mercado da internet dos dois países.

O Chinnovation 2017 pretende ser um ponto de encontro, de networking e troca de experiências entre executivos chineses e brasileiros. A iniciativa vai incluir debates, palestras de especialistas de ambos os países e quatro dias de reuniões.

Serão convidados responsáveis de grandes empresas online, analistas financeiros, investidores e gestores de fundos de investimento com o objetivo de verificar oportunidades de parcerias e investimentos no País, assim como apresentar cases de inovação e pesquisas. Além do mais, vão estar presentes cerca de 400 fundadores de startups brasileiras para que em conjunto com seus congêneres chineses possam aprender uns com os outros.

“Há um grande interesse tanto do governo do Brasil quanto de autoridades chinesas em colocar as parcerias digitais entre os dois países no mesmo nível em que as colaborações na área de commodities e infraestrutura atingiram, nos últimos anos”, afirmou In Hsieh, CEO da CBIPA.

O executivo indicou que há várias negociações decorrendo, quer entre empresas, quer entre  agentes governamentais dos dois países. 

“O Brasil é o quinto maior mercado mundial em número de usuários conectados e um parceiro natural para empresas chinesas, embora ainda exista carência de conhecimento mútuo entre as partes, lacuna que o Chinnovation e a CBIPA ajudarão a preencher”, disse Yan Di, country manager do Baidu no Brasil e presidente da CBIPA.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil desde o ano 2000 e é, também, o maior mercado de internet do mundo, não só em número de usuários (700 milhões), mas também em faturamento com comércio eletrônico e pagamentos móveis.  Só o e-commerce vale U$ 3.1 trilhões,  o que corresponde a 182 vezes mais que no Brasil.


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