SAP incentiva adoção de IoT com Leonardo Jump Start

Inovação

A SAP lançou o programa Leonardo Jump Start, com a missão de ajudar os clientes na adoção de estratégias e na capacitação no portfólio de soluções de Internet das Coisas da empresa.

O SAP Leonardo Jump Start inclui uma oferta de preços promocionais de consultoria com especialistas da provedora alemã para uma apresentação sobre como as organizações podem conectar pessoas e processos com o novo mundo de dispositivos inteligentes para alcançarem resultados de negócios tangíveis.

O programa faz parte de uma rede global de capacitação do SAP Labs e estará disponível em todo o mundo para ajudar na identificação e validação de projetos-piloto e casos de uso de IoT. O Jump Start vai abranger desde os primeiros passos da jornada IoT à aplicação em larga escala em linhas de negócios e setores de atividade específicos.

O portfólio de soluções IoT da marca, agora chamado de SAP Leonardo, já disponibiliza aplicações adaptáveis de Big Data e de conectividade em pacotes de soluções. A SAP pretende ampliar suas ofertas e vai investir, até 2021, € 2 bilhões em novidades para IoT.

“Escolhemos o significativo nome Leonardo porque ele reflete a inauguração de uma era inovadora da ciência e de novas descobertas”, comenta Rebecca Pascuas, diretora de digital supply chain e IoT da SAP Brasil. Para a empresa, o caminho entre coisas e resultados exige novos processos de negócios, como os usados na Indústria 4.0, além de novas formas de viver e trabalhar. “Com o SAP Leonardo conectamos ‘coisas’ com processos de negócios instantâneos e proativos e com pessoas que podem trabalhar com mais eficácia usando inteligência aumentada e sistemas autônomos. Nosso portfólio SAP Leonardo se baseia no compromisso da SAP de gerar alto valor de negócio por meio de inovação no setor de IoT para empresas”, complementa a executiva.

Tendo SAP HANA como plataforma, o Leonardo oferece aplicações IoT inteligentes, serviços de negócios, serviços técnicos para processamento de dados em alta velocidade e capacidade de inteligência para processar informações no nível dos dispositivos. Alguns exemplos são:

  • Produtos conectados que garantem informações para gestão de todos os seus ciclos de vida, suprimento, resposta e fornecimento e redes digitais de abastecimento; design, fabricação e entrega de produtos inteligentes, e conectados em todos os setores de atividade;
  • Ativos conectados para rastrear, monitorar e analisar ativos fixos, incluindo processos de fabricação e manutenção, para reduzir custos e elevar o tempo de atividade dos equipamentos;
  • Frotas conectadas para permitir que empresas e organizações de serviços públicos tenham bens móveis (tais como automóveis, robôs, elevadores e veículos autônomos) para aprimorar serviços, elevar os níveis de segurança e visibilidade da logística;
  • Infraestrutura conectada para garantir nova inteligência operacional para sistemas de infraestrutura física, construção e redes de energia, permitindo melhorar os serviços, elevar a eficiência das operações, mitigar riscos e assegurar conformidade;
  • Mercados conectados para viabilizar novos modelos de produção e de negócios de relevância local, no momento certo e com mais informações sobre clientes e mercados, para os setores de agronegócio digital, portos e cidades inteligentes;
  • Pessoas conectadas capazes de trabalhar de forma mais inteligente e colaborativa, para melhorar a gestão da saúde e de ambientes domésticos, conectando pessoas e comunidades com um estilo de vida melhor e mais personalizado.

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