Como a TI pode proteger aplicações quando tudo é considerado de missão crítica

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Houve um tempo em que apenas alguns sistemas eram classificados como fundamentais para as empresas. Hoje, quase toda aplicação é considerada de missão crítica. O que mudou?

Para começar, a empresa moderna opera em maneiras completamente diferentes atualmente. O ecossistema corporativo de stakeholder agora inclui clientes, funcionários, parceiros e fornecedores, e todos eles demandam serviços que estejam disponíveis o dia todo, todos os dias. Além disso, uma rede complexa de interdependências entre as aplicações também aumentou os serviços que agora são considerados de missão crítica.

Essa mudança na percepção do que é crítico é apoiada por uma recente pesquisa da Veeam, na qual respondentes disseram que 48% das aplicações de suas empresas são de missão crítica – com um aumento para 53% previsto até 2017. A TI possui os recursos para tratar todas essas aplicações como iguais?

Se depender dos vários grupos de stakeholders, cada sistema com os quais eles interagem serão críticos para os negócios. O desafio aqui para a TI é distribuir os recursos limitados baseada em prioridades genuínas do negócio.

As cargas de trabalho devem ser classificadas e reclassificadas dinamicamente conforme as necessidades do negócio mudam para garantir que cada uma receba o nível correto de Disponibilidade.

A transformação digital das organizações significa que as paradas nos sistemas têm um impacto maior do que nunca na receita, reputação da marca, lealdade do cliente e produtividade do funcionário. Quando os sistemas caem, os custos e riscos começam a se acumular. Os negócios simplesmente toleram mais paradas não planejadas. Há também uma pressão para conduzir as paradas planejadas dentro de janelas cada vez menores.

Provavelmente o maior desafio do data center moderno é: como oferecer disponibilidade contínua em um mundo de big data, pequenos orçamentos e infraestruturas cada vez mais complexas?

Na maioria das empresas, a disponibilidade sofre porque as ferramentas legadas de proteção de dados não são capazes de cumprir suas funções. Essas soluções foram projetadas para uma infraestrutura totalmente diferente da de hoje e integrá-las com a nuvem e com tecnologias de armazenamento moderno geralmente requer muito esforço.

Quando a TI fica presa com ferramentas inadequadas, é impossível alcançar Acordos de Nível de Serviço (SLAs) robustos e objetivos de tempo e ponto de recuperação (RTPOs), o que cria uma lacuna de disponibilidade.
Está claro que as coisas precisam mudar se as equipes de data center quiserem atender às expectativas dos stakeholders da empresa. Modernizar as ferramentas de proteção de dados e os processos que suportam a disponibilidade é um primeiro passo fundamental.

Ter ferramentas de disponibilidade que são otimizadas para sistemas virtualizados pode fazer uma grande diferença. Como elas facilitam a proteção de aplicações em ambientes virtualizados, a empresa será capaz de confiar na disponibilidade de todas as aplicações, não somente daquelas que eram tradicionalmente vistas como críticas ao negócio.

Apesar de ser mais fácil de proteger todos os seus sistemas, classificar e reclassificar cargas de trabalho para priorizar a disponibilidade ainda é importante. Integrar sistemas de proteção de dados com soluções de armazenamento moderno permite a hierarquização da disponibilidade, o que significa priorizar cargas de trabalho críticas para RTPOs muito rápidos sem deixar de proteger todos os dados e aplicações.