GeneXus entra para o Quadrante Mágico do Gartner

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A GeneXus, com sede no Uruguai, entra para o Quadrante Mágico do Gartner como um novo player no mercado de Plataformas de Desenvolvimento de Aplicações. Esta é a primeira vez que a empresa aparece no ranking da consultoria. 

Ao longo das últimas três décadas, a GeneXus tem expandido para mais de cinquenta países oferecendo soluções de software inovadoras, mas simples para várias indústrias, com uma cultura que vê o cliente em primeiro lugar, proporcionando preços econômicos e flexíveis.

Esta é uma boa notícia para ), já que a empresa que foi fundada em 1988 no Uruguai e se expandiu por toda a América Latina e partes da Ásia com o seu premiado software automático de inteligência artificial, se prepara para um grande lançamento nos Estados Unidos em julho:

“Lançamos GeneXus há 30 anos para que as pessoas possam realizar coisas incríveis com as novas tecnologias”, afirma Nicolás Jodal, co-fundador e CEO do GeneXus.  “Estamos honrados em participar do Quadrante Mágico como concorrentes dos líderes estabelecidos do mercado. Somos recém-chegados, mas que temos estado aqui o tempo todo”, encerra.

De acordo com o relatório do Quadrante Mágico, o Gartner espera que o setor de MADPs continue evoluindo rapidamente com o surgimento de novas plataformas e canais digitais. E enquanto o panorama para MADPs é complexo e pode ser definido de muitas maneiras, o Gartner define da seguinte maneira:

UM MADP oferece ferramentas, tecnologias, componentes e serviços que, juntos, constituem os elementos fundamentais de uma plataforma para criar aplicativos móveis personalizados (ou seja, arquivos binários .ipa e .apk), bem como aplicações ou sites móveis. Cada vez mais, os MADPs estão adicionando suporte para wearables, chatbots, assistentes pessoais virtuais (APV) e terminais de interface de usuário de conversação através dos mesmos serviços e API que criam e orquestram para aplicações móveis e web.

Um MADP deve incluir uma ferramenta de desenvolvimento multiplataforma (bem como serviços de back-end móveis, MBS) que deve ser separada da sua própria ferramenta de desenvolvimento front-end a fim de suportar ambientes de desenvolvimento integrados (IDEs), ferramentas e frameworks de terceiros e de código aberto.

Um MADP deve ser capaz de satisfazer as exigências dos diferentes casos de uso nos negócios, incluindo cenários internos e externos, bem como ser capaz de se conectar com diferentes sistemas de negócios que podem ser executados localmente ou na nuvem. Porque MADPs servem como a pedra angular de uma estratégia móvel corporativa que precisa ser tão ampla quanto possível para lidar com as necessidades de desenvolvimento front-end e back-end.

Um MADP centraliza as atividades do ciclo de vida do software (tais como o design, desenvolvimento, teste, distribuição, gestão e análise) para um conjunto de aplicações móveis que funcionam com uma variedade de sistemas operacionais e dispositivos. Isto é essencial para que as organizações de TI possam gerenciar a manutenção e suporte contínuo das aplicações, além das APIs back-end móveis, a fim de alcançar DevOps adequadas.


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