Número de pessoas com celulares no mundo bate marca de 5 bilhões

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Número de pessoas com celulares no mundo bate marca de 5 bilhões, de acordo com a empresa de pesquisa GSMA Intelligence. O montante é o equivalente a dizer que dois terços da população global está atualmente conectada a um serviço móvel.

Ainda de acordo com o levantamento, levou 4 anos ao todo para que o último bilhão de assinantes fosse adicionado à cota total. A previsão é de que o número de usuários móveis únicos em todo o mundo aumente para 5,7 bilhões até o final desta década.

“Alcançar os 5 bilhões de assinantes é um marco tremendo para a indústria que tem apenas algumas décadas de existência. E reflete os muitos bilhões de dólares que as operadoras móveis investiram em redes, serviços e espectro ao longo de muitos anos”, comenta Mats Granryd, diretor Geral da GSMA, complementando que, hoje, a mobilidade é verdadeiramente uma plataforma global a qual oferece “conectividade e, talvez o mais importante, oportunidades sociais e econômicas para cidadão em todos os cantos do mundo”, afirma.

Dados por localidade
A região Ásia-Pacífico responde por mais da metade do total de assinantes (55%) e é onde estão localizados os dois maiores mercado do mundo: China e Índia. A primeira é responsável por mais de 1 bilhão de assinantes, enquanto que a Índia responde por 730 milhões de usuários.

A área com maior penetração é a Europa, onde 86% dos cidadãos estão inscritos em um serviço móvel. A África subsaariana, por sua vez, está no lado oposto, representando a região com menor penetração (44%).

A América Latina vem, em seguida, com 459 usuários ativos, ou 9% do mercado. A taxa de penetração na região é de 71%.

De acordo com Granryd, o foco para os próximos anos é conectar, primariamente, áreas rurais e a população com baixa renda. Já para os mercados maduros, a previsão é de que o foco seja expandir o ecossistema, provendo uma plataforma que permita a conexão na era 5G.

Até o final desta década, estima-se que a Índia irá representar a maior parcela de crescimento no período, respondendo por cerca de 30% dos novos assinantes únicos até 2020.


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