ABES cria Comitê de Segurança e Risco Cibernéticos

Segurança

A Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES ) anunciou a criação do Comitê de Segurança e Risco Cibernéticos com o intuito de estudar, alertar, influenciar e conscientizar empresas, governo e população sobre a importância da cibersegurança.

“Qualquer plano nacional de Segurança da Informação passa, obrigatoriamente, pela conscientização e educação da população, das empresas e dos governos. A segurança nacional depende de cidadãos conscientes. A segurança coletiva passa pela segurança individual”, afirma Francisco Camargo, presidente da ABES.

O comitê irá trabalhar com três vertentes, uma é a mitigação de riscos e conscientização, incentivando a definição dos dados a serem protegidos de uma empresa; outra é a compliance & regulamentação, por meio da adequação das empresas às leis, aos melhores padrões e práticas e às regulamentações nacionais e internacionais; e finalmente a identificação de novas oportunidades de mercado, que permitirão identificar outros negócios a partir das inovações tecnológicas.

Segundo a ABES, a criação desse grupo vai ao encontro do trabalho da entidade de incentivar a melhora da qualidade do software feito no Brasil, aumentar a competitividade, aumentando a segurança dos compradores. 

“Nosso escopo de trabalho consiste em conscientizar, auxiliar e influenciar positivamente nas políticas públicas, e discutir o que as tecnologias de segurança podem também gerar de oportunidades, dinamizando o ambiente de negócios”, comenta Roberto Gallo, CEO e cientista-chefe da Kryptus, que será o coordenador do comitê.

De acordo com o analista, as consequências da insegurança digital fatalmente recaem sobre o usuário final, seja em sua vida pessoal ou pública, por esta razão, o intuito do comitê também é de promover o esclarecimento não só às empresas e governo, mas também à população.

“Segurança de dados se tornou algo importantíssimo no Brasil e no mundo. É necessário investir contra os ataques, mas antes de tudo precisamos nos guiar por normas obrigatórias, fazer atualizações regulares dos sistemas operacionais e estarmos em conformidade com as normas nacionais”, afirma Gallo.


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