Projeto de segurança colaborativa marca presença em São Paulo

Segurança

O Vigilância Solidária, projeto de monitoramento compartilhado da Tecvoz, fortalece parceria com as prefeituras de Poá, Campo Limpo Paulista, Itupeva, Vinhedo e Jundiai, além da capital.

A segurança pública é uma das principais preocupações da população e pauta fixa para gestores de todas as esferas do governo. Uma das iniciativas para contornar o crescimento dos índices de criminalidade é o projeto Vigilância Solidária, desenvolvido pela Tecvoz, implantado recentemente nos municípios de Poá, Campo Limpo Paulista, Itupeva, Vinhedo e Jundiaí.

Tendo como base o conceito de monitoramento compartilhado, a proposta integra imagens de câmeras de segurança dos moradores dos municípios com o sistema de vigilância público, criando uma rede mais ampla. Esse tipo de ação se torna cada vez mais necessária, já que as estatísticas de roubos só crescem, como mostra a pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI): 40% das famílias brasileiras tiveram algum de seus integrantes vítimas de furto, assalto ou agressão, nos últimos doze meses.

“Quando estabelecemos uma parceria com a prefeitura o acompanhamento das imagens das ruas da cidade fica sob responsabilidade de um franqueado do Vigilância Solidária, que é o ponto focal e apoio para o projeto”, explica Ricardo Luiz, gerente de negócios da Tecvoz.

A tecnologia é a grande aliada do projeto, pois as gravações são disponibilizadas por meio de um aplicativo que pode ser acessado de qualquer dispositivo com conexão de internet, como computadores, tablets e smartphones (iOS e Android). Um dos principais recursos da ferramenta é um botão de alerta, que ao ser pressionado por cinco segundos emite um sinal de atenção para um indivíduo escolhido, que pode ser um familiar, um vizinho, uma central de monitoramento ou até uma base da Polícia Militar.

“O engajamento da comunidade é essencial para o sucesso do projeto, e isso acontece porque a segurança é uma preocupação comum a todos. Com o Vigilância Solidária as pessoas ganham um meio de participar da vigilância de sua cidade. Isso é cidadania”, finaliza Ricardo.