Mudança nas regras podem permitir que telecoms descarreguem ativos

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As principais operadoras de telecomunicações do Brasil defendem a liberação de centenas de milhões de dólares para investir em tecnologias como 4G e banda larga ao descarregar ativos indesejados.

As principais operadoras de telecomunicações do Brasil defendem a liberação de centenas de milhões de dólares para investir em tecnologias como 4G e banda larga ao descarregar ativos indesejados.

Esta mudança estimularia a Telefonica Brasil e a Oi, os maiores provedores do país, para vender ou abandonar centenas de propriedades imobiliárias subutilizadas, milhares de cabines de telefone não utilizadas e outros ativos datados, de acordo com executivos e outras pessoas com conhecimento da estratégia das empresas.

No caso da Oi, as mudanças seriam fundamentais par auma proposta de venda de bilhões de dólares para a China Telecom ou China Mobile. A confirmar-se o negócio, essa seria a primeira grande ponte chinesa no setor de telecomunicações da América Latina.

Segundo várias pessoas, esse acordo poderia transformar a Oi, uma vez que qualquer chance de uma proposta externa se baseia no quadro regulatório que está sendo modificado.

De acordo com as regras atuais do Brasil, a Telefonica, a Oi, a Algar Telecom, a Sercomtel e a unidade da América Móvil, são obrigadas a fornecer uma linha fixa de serviços para certas áreas, mas essas linhas fazem com que as empresas percam dinheiro.

A Oi e a Vivo têm obrigações mais pesadas, que incluem a manutenção de centenas de milhares de telefones públicos que são cada vez menos utilizados e dezenas de ativos imobiliários, alguns dos quais estão abandonados, mas não podem ser vendidos devido a peculiaridades nas regras atuais.


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