Reclamações contra operadoras de telecomunicações caem 15% em novembro

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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) indicou que, em novembro, foi registrado um total de 263,3 mil reclamações de usuários contra prestadoras dos serviços de banda larga fixa, de telefonia móvel, de telefonia fixa e de TV por Assinatura, uma diminuição de 15,2 % na comparação anual.

Na telefonia móvel e na telefonia fixa todos os grupos apresentaram redução nas reclamações em novembro deste ano quando comparado com o mesmo mês de 2016. Na telefonia móvel, a Vivo com 13,4 mil reclamações a menos teve a maior redução de queixas (-32,7%), seguida pela Claro com menos 4,6 mil (-15,3%), TIM com diminuição de 3,9 mil (-7,0%), Nextel com redução de 3,3 mil (-35,1%), e Oi com menos 2,6 mil reclamações (-13,1%). Na telefonia fixa, a OI registrou 9,9 mil reclamações a menos (-25,0%), seguida da Vivo com redução de 3,6 mil (-16,8%) e da NET com menos 0,5 mil reclamações (-5,7%).

Na TV por Assinatura, a Sky com acréscimo de 1,6 mil reclamações (+13,5%) foi o único grupo que registrou aumento em novembro de 2017 em relação ao mesmo mês do ano passado. O Grupo NET/Claro teve 2,1 mil queixas a menos, Oi teve queda de 1,4 mil e Vivo de 300.

Em novembro de 2017, na telefonia móvel pós-paga, o maior conjunto de queixas foi relativo à cobrança (48,0%), seguido por reclamações relativas às ofertas e promoções (9,8%) e à qualidade, funcionamento e reparo (9,4%). Nos pré-pagos móveis, as reclamações relativas a crédito formaram o maior conjunto no mês (46,0%), ofertas e promoções ficaram em segundo (16,5%), seguidas das queixas sobre qualidade, funcionamento e reparo (13,9%).  Na telefonia fixa, cobrança formou o principal conjunto de reclamações em novembro (40,0%), seguida das de qualidade, funcionamento e reparo (21,5%) e de cancelamento (7,7%).

Na TV por Assinatura em novembro de 2017, cobrança foi principal motivo de queixa dos usuários do serviço (46,9%), seguido de bloqueio ou suspensão (11,0%) e de ofertas e promoções (9,9%). Na banda larga fixa, qualidade, funcionamento e reparo foram os principais motivos de queixas dos usuários (46,2%), seguido de reclamações relativas à cobrança (22,8%) e à instalação ou ativação do serviço (9,5%).

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