Apesar de decisão de Trump, Broadcom mantém oferta

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Trump vetou a aquisição da Qualcomm por parte da Broadcom, alegando razões de segurança interna, mas a empresa de Singapura manterá a oferta.

Nesta terça-feira, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, vetou a aquisição da Qualcomm por parte da Broadcom, alegando razões de segurança interna, mas a empresa de Singapura deverá manter a oferta pela fabricante de chips, dizem os analistas.

Donalt Trump assinou uma ordem no final da segunda-feira para parar o que seria o maior acordo tecnológico de sempre em relação às preocupações de que uma aquisição da Qualcomm pela empresa com sede em Singapura iria reduzir a liderança dos Estados Unidos em tecnologia móvel e dar à China a vantagem.

O negócio teria criado a terceira maior empresa de semicondutores do mundo em termos de participação de mercado líder em smartphones, eletrônicos de carro e dispositivos de IoT.

Os analistas disseram que a Broadcom ainda pode construir problemas através de negócios menores. E poderia ter um tempo mais fácil comprando alvos dos EUA se isso acontecesse com planos de redomicílio nos Estados Unidos.

A Tan já transformou a Avago, uma pequena fabricante de chips com um valor de mercado de US$ 3,5 bilhões em 2009, em uma empresa de mais de US$ 100 bilhões. “Ele procura valor. Ele é de opinião que tem muito valor a ser extraído dessa indústria”, disse a analista da Bernstein, Stacy Rasgon. “Ele compra franquias, coisas que ele acredita ter modos competitivos, uma longa visibilidade nas receitas, oportunidades para melhorias operacionais”.

A Tan comprou as empresas da Califórnia Broadcom por US$ 37 bilhões em um acordo alavancado em 2015 e Brocade Communications em um acordo de US$ 5,5 bilhões dois anos depois.

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