Japão castiga sete casas de criptomoedas

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O Japão decidiu castigar sete casas de criptomoedas, ordenando dois deles para suspender negócios, em um esforço para reforçar a proteção do consumidor.

O Japão decidiu castigar sete casas de criptomoedas, ordenando dois deles para suspender negócios, em um esforço para reforçar a proteção do consumidor após um roubo de US$ 530 milhões de dinheiro digital da Coincheck, em Tóquio, no início deste ano.

A Agência de Serviços Financeiros (FSA) do Japão criticou as casas de criptomoedas por falta de sistemas de controle interno adequados e ordenou que eles melhorassem as áreas de gerenciamento de riscos para evitar o uso criminal de dinheiro digital.

As casas, incluindo a Coincheck, receberam uma segunda notificação, uma vez que foi alvo do choque de final de janeiro e GMO Coin, administrado pela GMO Internet. Bit Station e FSHO foram ordenados a interromper as operações por um mês.

As punições representam a resposta mais ampla da FSA ainda às preocupações sobre a segurança nas trocas japonesas de criptomoedas, que foram desencadeadas pelo colapso do Mt. Gox, em 2014, trocou e ressurgiu com o choque de Coincheck.

O regulador disse que Coincheck não tinha sistemas adequados para lidar com riscos como o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo. O regulador deu até 22 de março para enviar um relatório sobre como ele iria melhorar.

Em um briefing após as sanções da FSA, o CEO da Coincheck, Koichiro Wada, disse aos jornalistas que os sistemas da troca “não estavam de acordo com a expansão do nosso negócio”.

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