Microcamp aborda educação tecnológica na Feira do Empreendedor

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A Microcamp irá participar na 7ª edição da Feira do Empreendedor do SEBRAE-SP que acontece de 07 a 10 de abril no pavilhão de Exposições do Anhembi.

A Microcamp irá participar na 7ª edição da Feira do Empreendedor do SEBRAE-SP que acontece de 07 a 10 de abril no pavilhão de Exposições do Anhembi, reunindo expositores e consultores em uma excelente oportunidade para fechar novos negócios e se atualizar sobre as novidades em empreendedorismo. O evento visa discutir inovações e tomadas de decisões que promovam o desenvolvimento dos pequenos negócios, além de ser uma grande vitrine para quem quer fazer networking.

Davi Tuffi, CEO da Microcamp – que é referência em cursos de informática no país- abordará o tema “O que uma escola de informática pode ensinar no mundo dos negócios?”. Na palestra, ele mostrará como o grupo soube explorar um modelo de negócio inovador e transformá-lo em uma rede de franquias presente em todo o Brasil. “Trabalho desde os 16 anos de idade, passei por todos os departamentos da empresa e conheço muito bem o negócio da Microcamp. Em minha trajetória, aprendi o que é preciso para ter um negócio de sucesso e saber mantê-lo ao longo dos anos”, diz Tuffi.

Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABRAT), em 2016 o mercado brasileiro empregava 1,3 milhão de pessoas nos setores de informática e tecnologia e havia 50 mil postos de trabalho à espera de profissionais qualificados. Ainda segundo o estudo, a expectativa é que, nos próximos quatro anos, o Brasil precisará de mais 750 mil profissionais de tecnologia. “O papel da Microcamp é proporcionar conhecimento a crianças e jovens, para que eles se tornem os profissionais que o mercado precisa e tenham sucesso em suas carreiras”, afirma.

Atualmente com 40 anos de existência, a rede é uma das únicas que superaram os obstáculos e se mantiveram no segmento de informática, pois as principais concorrentes ou foram vendidas, juntando-se a outras escolas, ou fecharam as portas por não conseguirem acompanhar as rápidas mudanças da sociedade em tecnologia.