Faturamento de realidade aumentada pode chegar a US$ 63 bi

Inovação

É previsto um crescimento do mercado de realidade aumentada por causa de sua capacidade de transformar a maneira das pessoas interagirem com o mundo.

É previsto um crescimento do mercado de realidade aumentada por causa de sua capacidade de transformar a maneira das pessoas interagirem com o mundo real versus digital. Hoje em dia, não basta apenas tirar boas fotos e enviar para o cliente aprovar, o profissional de fotografia moderno precisa fazer toda a gestão juntamente com o amadurecimento do hardware de RA.

Relatórios da Digi-Capital, da ABI Research e da Markets and Markets estimam que o mercado atingirá entre US$ 24 e US$ 83 bilhões até 2021, um crescente significativo.

A tecnologia está sendo comercializada pela startup Alboom, superplataforma de aplicações para fotógrafos, videomakers e artistas visuais da América Latina, presente em mais de 40 países, em parceria com Magipix, startup do setor de realidade aumentada (RA), e tem principal objetivo tornar a RA acessível para todo profissional ou empresa que trabalhe com portfólio visual, seja ele digital ou impresso.

Já são mais de 16 mil usuários e 200.000 novas oportunidades de negócios geradas pelos profissionais que utilizam as ferramentas da Alboom como aliada em seus negócios. Para Marcelo Moscato, CEO da Alboom, o principal objetivo da empresa é criar novas oportunidades para aumentar a renda e melhorar o fluxo de trabalho de profissionais independentes, fotógrafos, estúdios e empresas com portfólio visual.

“Somos os únicos a oferecer um conjunto completo de soluções, entre elas a realidade aumentada (RA), que vão da geração de oportunidades de vendas, passando por venda, seleção e aprovação de imagens até a diagramação e layout final. Com isso, o profissional pode contar com a nossa superplataforma como seu principal parceiro de negócio”.

“Do início ao fim do processo, o fotógrafo tem controle do que está sendo feito. Nada mais se perde e isso é garantia de mais tempo. De mais clientes satisfeitos e, por consequência, de novos clientes. O profissional só tem a ganhar e isso é o que nos deixa felizes”, finaliza Marcelo Moscato.