Brasileiros acreditam que robôs podem apoiar melhor saúde mental

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Novo estudo mostra que a pandemia afetou negativamente a saúde mental dos trabalhadores em todo o mundo e as pessoas estão recorrendo à tecnologia em busca de suporte.

O ano de 2020 foi o mais estressante da história para os trabalhadores de todo o mundo e, de acordo com um novo estudo realizado pela Oracle e Workplace Intelligence, no Brasil não seria diferente.

Pessoas em todo o mundo estão lutando contra o aumento dos níveis de ansiedade e depressão no trabalho devido ao COVID-19 e os trabalhadores brasileiros são os que mais perdem o sono de acordo com os resultados.

Para além de uma avaliação em termos de saúde dos profissionais, o estudo percebeu ainda que os funcionários estão procurando ajuda e usando a tecnologia para esse efeito, ao invés das pessoas.

Eles querem mais da tecnologia do que ferramentas de colaboração e, por isso, querem que a tecnologia apoie sua saúde mental.

Diz o  estudo que apenas 14% dos trabalhadores brasileiros preferem humanos a robôs para apoiar sua saúde mental, pois acreditam que os robôs fornecem uma zona de teste livre (46%), uma saída imparcial para compartilhar problemas (31%) e respostas rápidas a perguntas relacionadas à saúde (30%).

Por isso mesmo, 68% da força de trabalho global prefere falar com um robô sobre estresse e ansiedade em vez de seu gerente enquanto no Brasil esse número é de 64%.

Já 86% dos entrevistados do Brasil está aberta a ter um robô como terapeuta ou conselheiro e 87% dos disseram que a IA ajudou sua saúde mental no trabalho.

O mesmo estudo, agora divulgado pela Oracle, dá ainda conta que a AI também ajudou metade dos brasileiros a encurtar a semana de trabalho: 72% disseram que a tecnologia de IA aumenta a produtividade, melhora a satisfação no trabalho (62% para o Brasil) e melhora o bem-estar geral (58% dos brasileiros).

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