Diga não à fadiga do Zoom

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São já vários os gestores que começam a procurar caminhos para tentar aliviar esta situação e tornar os dias menos fatigantes.

Com a chegada da pandemia de Covid-19 a todas as partes do mundo, as ferramentas de videoconferência deixaram de ser algo ocasional e de uso excecional para se tornarem na plataforma padrão para uma interação humana socialmente distante.

E, enquanto o trabalho remoto for obrigatório, ou até para aquelas empresas que o estão oferecendo como opção, mesmo após o fim da pandemia, estas plataformas são de uso essencial.

Mas depois de mais de um ano a viver e a trabalhar online, está surgindo um novo tipo de exaustão à qual os especialistas estão chamando “fadiga Zoom”.

Segundo números de uma nova investigação “o peso da fadiga Zoom não é distribuído de forma equitativa”. Numa sondagem com mais de 10.000 participantes, publicada na plataforma de partilha de investigações SSRN, são as mulheres quem está sentindo mais fadiga, “cerca de 13.8% mais do que os homens”.

Por exemplo, “os longos dias de videochamadas com poucos intervalos podem provocar fadiga Zoom”. A janela com a nossa própria imagem, a multidão de rostos no ecrã e a ansiedade em estar visível para a câmara” podem ajudar a “sobrecarregar o cérebro”.

E, são já vários os gestores que começam a procurar caminhos para tentar aliviar esta situação e tornar os dias menos fatigantes.

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