Tecnologia reforça segurança no Aeroporto de Congonhas

Inovação

Quando o serviço estiver pronto, Congonhas contará com duas áreas de escape para a pista de pouso principal, conforme a metodologia EMAS.

Falta pouco para o Aeroporto de Congonhas (SP) contar com uma das mais seguras pistas de pouso e decolagem do mundo.

Quando o serviço estiver pronto, Congonhas contará com duas áreas de escape para a pista de pouso principal, conforme a metodologia EMAS (Engineered Material Arresting System), que consiste na instalação de blocos de concreto que se deformam quando uma aeronave ultrapassa o limite final da pista, fazendo com que o avião desacelere.

“É o primeiro equipamento desta natureza na América Latina. Existem outros aeroportos do país que, como Congonhas, têm limitação de espaço e poderão se beneficiar do EMAS, que aumenta a segurança e a capacidade operacional do aeroporto. Devemos empregar essa mesma tecnologia em outros aeroportos do Brasil”, antecipou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

O método ainda não havia sido adotado no Brasil nem em qualquer país latino-americano, mas é comum na Europa, na Ásia e nos Estados Unidos. Ele foi desenvolvido nos anos 1990, e vem sendo aprimorado desde então, como solução para a necessidade de ampliação da segurança operacional em aeroportos que têm limitações de espaço, como Congonhas.

“Aqui, vai dar mais segurança e harmonizar o sítio aeroportuário. Certamente agrega valor ao Aeroporto de Congonhas, que faz parte da 7ª rodada de concessões aeroportuárias”, acrescentou.

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