Trend Micro ajuda clientes a se enquadrarem na LGPD

Segurança

Desde o primeiro de agosto, as empresas que não estiverem dentro das normas da LGDP passarão a ser penalizadas.

A partir de primeiro de agosto último, as penalidades para quem não cumprir a lei do LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) começam em 2% do faturamento do último exercício, podendo chegar até R$ 50 milhões.

Isso sem contar o risco de outras perdas financeiras e de reputação vindas de um possível vazamento de dados, aumentando a ansiedade tanto dos líderes quanto das equipes técnicas das companhias de todos os segmentos.

Por isso mesmo, a  Trend Micro Brasil notou, nos últimos meses, uma corrida das empresas pela conformidade e proteção dos dados devido ao início da vigência da LGPD e esta ameaça da cobrança de multas.

Segundo uma pesquisa do Gartner, espera-se que, até 2023, 65% da população mundial tenha suas informações cobertas pelos modernos regulamentos de privacidade.

Aponta, ainda, que a privacidade está se tornando um dos motivos para os consumidores comprarem um produto, da mesma forma que os rótulos “orgânico” e “sustentável”.

“Apesar de muitos verem a LGPD como um empecilho, não se deve pensar dessa forma. Na verdade, ela chegou para mudar a forma de tratar a cultura da segurança de informações, cuidando e protegendo dos dados de que somos detentores e nos blindando de invasores”, comenta o diretor técnico da Trend Micro Brasil, Franzvitor Fiorim.

Por inúmeras instituições armazenarem e utilizarem dados de clientes, a LGPD é uma lei que tem implicações amplas, além de diversas partes interessadas.

Seu objetivo principal é estabelecer os direitos dos titulares dos dados, bem como determinar quais regras e procedimentos os negócios e empresas deverão seguir a partir do momento da coleta dos dados e durante todo o período em que estes estiverem em seu poder.

Com a intenção de ajudar as organizações a superar esse desafio, a Trend Micro elaborou um compilado de ações direcionadas com estratégia de segurança em camadas a nível de usuário (User Protection), rede (Network Defense) e nuvem híbrida (Hybrid Cloud Security), que já podem ser tomadas.

As soluções de segurança precisam ser modeladas para conseguir proteger os diversos tipos de ambientes, tais como físico, virtual e em nuvem, provendo sinergia entre as equipes de segurança e DevOps e utilizando uma ferramenta que consiga consolidar e colaborar com os requisitos de segurança e conformidade.

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