Brasil vai contar com laboratório para testes de baterias de carros elétricos

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Laboratório será instalado no Campus do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

O primeiro laboratório para ensaios de baterias para carros elétricos do Brasil vai ser instalado no Campus do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

Recorde que, no local, já existem 57 laboratórios de alta tecnologia.

O projeto é desenvolvido em parceria com o setor privado e vai contar com equipamentos rastreados e calibrados, que garantam “mais segurança e melhor desempenho às baterias dos veículos elétricos”.

O presidente do Inmetro, Marcos Heleno Guerson, ressaltou que a participação da iniciativa privada nas políticas de inovação é essencial para o crescimento do Brasil e que essa parceria é um marco para a instituição: “É um momento de transformação do próprio Instituto, de modernização do Inmetro, é a construção do Inmetro 4.0. Cada vez mais ele se fortalece como um provedor de ferramentas e soluções para apoiar o setor produtivo do que ele em si fazer desenvolvimento de soluções. Nós queremos entregar essas ferramentas para fazer com que o setor possa realmente decolar no país e que a economia possa ser cada vez mais pujante.”

Além de ceder o espaço no Campus de Laboratórios, o Inmetro vai treinar especialistas para manter a rastreabilidade, desenvolver requisitos e programa de acreditação e apoiar a normalização nacional ou regional, em alinhamento com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e IAAC (Cooperação Interamericana de Acreditação).

A previsão é de que o laboratório para ensaios de baterias comece a funcionar em 2023.

A ideia é que o laboratório possa ajudar a impulsionar a indústria de carros elétricos e híbridos nacionais.

Com a iniciativa, o Brasil também poderá exportar tecnologia e conhecimento aos países vizinhos.

“O Inmetro vai trabalhar a infraestrutura para que se possa adicionar qualidade ao produto”, concluiu o presidente do Instituto.

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