Crime cibernético: Febraban e Ministério da Justiça discutem estratégia

Segurança

Trata-se de seguir os moldes da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro que tem apresentado bons resultados.

O combate aos crimes eletrônicos e cibernéticos no Brasil vai passar a contar com um fórum específico: a Estratégia Nacional de Combate ao Crime Cibernético.

Trata-se de seguir os moldes da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla), que tem apresentado bons resultados, desde que foi criada.

Isaac Sidney, presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), e Anderson Torres, ministro da Justiça e Segurança Pública (MJSP), reuniram para tratar o tema.

Pretende-se identificar os responsáveis pelos crimes, aumentar toda a área de conhecimento técnico das forças de segurança e promover a cooperação.

Segundo a Febraban, em 2020, bancos e instituições financeiras investiram R$ 2,5 bilhões em cibersegurança.

Mas, apesar de tudo, verificou-se um aumento de crimes relacionados ao sistema de pagamentos instantâneos Pix e um crescimento de ataques cibernéticos.

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