Eset identifica ameaça à geração ilegal de bitcoins na América Latina

A ameaça foi identificada no Brasil, Canadá, Estados Unidos e Peru e, nos períodos de maior atividade registrados, gerou mais de 138 bitcoins.

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O malware (código malicioso) por trás da campanha maliciosa está interligado a uma bonet, rede formada por centenas ou milhares de computadores infectados. Ao infectar os equipamentos, ela instala os componentes necessários para gerar bitcoins e comunicar-se com o painel de controle do PC, por meio do protocolo HTTP.

Uma das formas mais eficientes de propagação desse código malicioso tem sido por meio da infecção de dispositivos USBs, quando os mesmos são conectados aos computadores infectados. Dessa forma, o malware consegue ocultar as pastas e arquivos e substituí-los como atalhos, conseguindo controlar a propagação em outras máquinas que possam ter um dispositivo USB conectado.

“Temos visto um crescimento específico nas ameaças virtuais voltadas a atacar internautas brasileiros e da América Latina. E esse caso vem reforçar essa percepção”, aponta Camillo Di Jorge, presidente da Eset Brasil.

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Ele acrescenta que a única forma de os usuários se manterem seguros é associando o uso de soluções de segurança em todos os equipamentos que acessam a internet a um comportamento adequado. Assim, evita-se clicar em links desconhecidos, abrir anexos de e-mails de destinatários não confiáveis, entre outros cuidados.

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