Ícone do site BIT magazine

Facebook se arrepende amargamente de gastar dinheiro com podcasts

Mark Zuckerberg sai da lista dos 10 mais ricos do mundo depois de sua fortuna encolher 25% em um dia; entenda

Imagem: Divulgação

O interesse caiu, não no formato dos programas em áudio, mas sim da empresa em investir nessa área. O Facebook se arrepende amargamente de lançar podcasts, segundo alguns executivos que trabalham na empresa, mas o posicionamento oficial do grupo Meta pode ser muito diferente.

Imagem: Brett Jordan | Unsplash

O foco do Facebook não está no áudio, mas sim na consolidação do metaverso

As motivações podem ser infinitas, mas possivelmente o Facebook reduziu o interesse em lançar novos produtos de áudio devido à queda no valor de suas ações e o conflito “franco” contra o TikTok e outras redes sociais crescentes.

Não que a empresa tenha fechado todas as suas parcerias, mas o potente adversário nos vídeos curtos pode guiar o Facebook para outras frentes de batalha, além do seu foco principal ser agora o desenvolvimento do metaverso.

O suposto desinteresse do grupo Meta foi publicado pelo The Indian Express e caso as informações sejam reais, muitos criadores de conteúdo para podcasts ficarão decepcionados, pois a plataforma tem um alcance tremendo, mesmo sem a garantia de que o seu público comprasse a ideia do formato.

Apesar do cenário atual, a empresa fez investimentos no formato anteriormente, quando lançou no ano passado o Live Audio Rooms, com histórias curtas chamadas Soundbites e podcasts para usuários norte-americanos.

Facebook pode ter se antecipado ao ingressar no mercado de podcasts

Isso é mais fácil de acreditar que um possível arrependimento, o Facebook viu plataformas como o Spotify crescerem seu valor, além do o sucesso do Clubhouse (plataforma de transmissão de áudio ao vivo, desconhecida dos brasileiros) e resolveu investir para ter sua marca nesse mercado.

O mercado de podcasts ainda é grande, mas não está na crescente de outrora, então é possível concluir que o Facebook possa estar realocando seus recursos. E o metaverso está aí. A empresa até mudou seu nome para Meta – logo, está claro o foco principal da empresa.

Toda empresa precisa investir recursos onde serão maiores os retornos

O Facebook e as outras empresas do grupo Meta estão de olho no futuro, mantendo suas operações costumeiras, até fazendo algumas atualizações, mas com suas mentes voltadas para o “oceano azul” livre de concorrência que o metaverso oferece.

Quanto aos podcasts, eles não vão acabar, já que existem plataformas muito bem sucedidas trabalhando com o formato – Spotify, Deezer, até o YouTube com transmissões ao vivo dos programas, entre outros exemplos. Tentar lutar contra adversários consolidados custa muito dinheiro e o retorno é potencialmente baixo.

O foco de Mark Zuckerberg está em trabalhar todas as possibilidades de lucro para suas empresas futuramente, “ditando as regras” de como o metaverso funcionará, é simples assim.

O que você achou? Siga @bitmagazineoficial no Instagram para ver mais e deixar seu comentário clicando aqui

Sair da versão mobile