Audi e Baidu vão trabalhar juntos para aprimorar serviços de carros conectados na China

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Marca alemã de veículos de luxo e maior buscador do mercado chinês formaram parceria para fortalecer os serviços de carros conectados. Ambas devem atender uma demanda crescente por sistemas de assistência de direção e tecnologia autônoma no maior mercado automotivo do mundo. A Audi, que pertence ao grupo Volkswagen, indicou que já são pesquisadas soluções

Marca alemã de veículos de luxo e maior buscador do mercado chinês formaram parceria para fortalecer os serviços de carros conectados. Ambas devem atender uma demanda crescente por sistemas de assistência de direção e tecnologia autônoma no maior mercado automotivo do mundo.

Audi RS8

A Audi, que pertence ao grupo Volkswagen, indicou que já são pesquisadas soluções para chegar à plataformas de dados para mapas de navegação, algoritmos de posicionamento via GPS e funções multimídia. “Agora estamos dando nosso próximo grande passo na China”, disse o presidente-executivo da montadora, Rupert Stadler, durante reunião anual de acionistas em Neckarsulm, Alemanha. “Os mundos real e virtual estão se fundindo”, complementou.

Empresas chinesas de Internet e montadoras do mundo todo têm sido rápidas em se aliar para desenvolver veículos inteligentes, com conexão perene à internet. Nos EUA, um movimento similar é feito pela segunda maior operadora dos EUA, AT&T, que está com pesquisas em estágio avançado em busca de um modelo de transmissão de conteúdo para os carros conectados, que incluam materiais que envolvam entretenimento, mídia social e ferramentas para o cotidiano do usuário, além de chegar à um consenso sobre a monetização dessa nova demanda.

A informação de que a telco está empenhando dinheiro e uma parte de sua equipe técnica para a plataforma de carros conectados foi confirmada no começo de maio, pelo vice-presidente sênior de aparelhos emergentes da AT&T, Chris Penrose. “Não é diferente de se conectar a um ponto de Wi-Fi e acessar o conteúdo que você já assina e já consome em seus dispositivos como PCs, tablets, smartphones e wearables”, explicou.


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