Google segue tendência do mercado e faz mudanças temporárias impactantes na sua estrutura

Na semana passada, a Google anunciou que iria desacelerar o seu processo de contratações durante esta parte final do ano de 2022. 

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A sincronização dos dispositivos Android e Chromebook ficará mais fácil após essa melhoria do Google
(Imagem: Unsplash)

Sem contratações por algumas semanas 

Segundo o site The Information, a Google ficará duas semanas seguidas com as contratações congeladas. Após anunciar a desaceleração para este ano, a gigante da internet está cumprindo o que prometeu. 

A justificativa é que a empresa precisa olhar e revisar o seu processo de contratação em todo o mundo. Foram cerca de 10 mil contratações no segundo trimestre deste ano, porém, os resultados do trimestre previram uma queda próxima ao dia 26 de julho.

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O vice-presidente sênior da Google, Prabhakar Raghavan, diz: “Usaremos este tempo para revisar as nossas necessidades de pessoal e alinhar um novo conjunto de solicitações que priorize novas contratações para os próximos três meses”. 

Mesmo com o congelamento, as ofertas de emprego não seriam afetadas, entretanto, futuras extensões de contrato podem sim ter algumas mudanças. 

Em um memorando interno feito pela empresa e veiculado pelo The Verge, o CEO, Sundar Pichai, diz que a prioridade é “empreender mais” e investir recursos de áreas com maior prioridade. 

No memorando, as urgências prioritárias se concentram nas áreas de engenharia, funções técnicas e outras funções críticas.

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No memorando, a justificativa é a onda econômica mundial, que não está fácil nem para as grandes empresas: “As perspectivas econômicas globais incertas são uma das principais preocupações. Como todas as empresas, não estamos imunes aos ventos contrários econômicos,” diz Pichai.

Não é só na Google

Esta onda de congelamento de contratações ou até de demissões não está acontecendo só na Google.

A Meta também supostamente congelou contratações e fez cortes gerais em toda a empresa. O próprio CEO, Mark Zuckerberg, afirmou que os recursos diminuíram e que os funcionários deveriam se preparar para mais trabalho. 

O Twitter também passou por um período de congelamento e depois demitiu quase 30% da equipe de aquisição de talentos, dois meses após anunciar o congelamento das contratações.

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Outra empresa que passou por uma demissão em massa recentemente foi a Tesla. A empresa do bilionário Elon Musk demitiu quase 200 pessoas do escritório de San Mateo, na Califórnia. 

Musk havia comunicado também que congelaria as contratações e reduziria a força de trabalho da Tesla em 10% do total. A justificativa da empresa para as demissões foi pelo desempenho, justificando que não era obrigada a notificar antecipadamente.

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