Gamification e cibersegurança no primeiro dia da BITS

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Duas apresentações no primeiro dia da BITS na sala Innovation das BITS Global Conferences debateram os desafios e as possibilidades da Gamification em diversas áreas, incluindo a educação, e a cibersegurança. A neurocientista Marília Guimarães abordou questões relativas à aplicação da gamification na educação em relação ao desenvolvimento cognitivo e suas variações. “Gamification pode, e deve, ser usado

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Duas apresentações no primeiro dia da BITS na sala Innovation das BITS Global Conferences debateram os desafios e as possibilidades da Gamification em diversas áreas, incluindo a educação, e a cibersegurança.

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A neurocientista Marília Guimarães abordou questões relativas à aplicação da gamification na educação em relação ao desenvolvimento cognitivo e suas variações. “Gamification pode, e deve, ser usado de forma pedagógica, mas mesmo jogos ‘simples’ como Minecraft ajudam a criança a se desenvolver, até mesmo pelo ‘simples’ transformar de algo bidimensional em algo tridimensional”, destaca.

O professor de design visual Thiago Bulhões destacou o conceito de Gamification que, segundo Thiago Bulhões, é “o entendimento que gerar o engajamento nas pessoas não é tão simples quanto parece”. Para ele, a falta desta compreensão é que faz com que algumas pessoas “gostem de gamification sem saber o que é, assim como outras não gostem também sem fazer ideia do que se trata”.

O painel de segurança debateu os avanços e desafios no uso e na proteção de dados em nuvem sob o aspecto dos cidadãos. Paulo Pagliusi, CEO da MPSafe Consciência em Cibersegurança, destacou a NSA como a grande especialista em big data. Segundo ele, a agência tem servidores de um yotabites (dez elevado na potência 24 bytes) apenas para armazenar dados extraídos da Internet.

Pagliusi ressaltou que a segurança na rede não é “uma questão de ‘se’, mas de quando”. Ilustrando esta ideia, ele lembrou que os vírus, antigamente massivos e produzidos na ideia de “se pegar, pegou, azar do usuário”, hoje já são bem mais avançados, com algoritmos insistentes e objetivos. “Atualmente compliance é fundamental, mas não é suficiente. O que diferencia, e precisa ser sempre melhorado, é a questão da inteligência na segurança de rede”, finaliza.


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