A concorrência no espaço só aumenta e China avança em mais uma etapa de missão principal

Três astronautas da China partiram no início de junho (5) para concluir a 11º etapa da missão Tiangong, que já está em fase final. Os tripulantes ficarão pelo período de seis meses em órbita para dar andamento final na montagem em sua estação espacial permanente.

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Imagem: Alejandro Luengo on Unsplash

Estação espacial permanente chinesa

A tripulação do Shenzhou 14 ficará responsável em supervisionar a adição de dois módulos de laboratório que vão se juntar ao módulo central da estação espacial, chamado Tianhe, que iniciou em abril do ano passado.

Além do comandante Chen Dong, a dupla de astronautas Cai Xuzhe e Liu Yang também montarão a estrutura de três módulos que serão unidas o Tianhe (que já está lá com os módulos chamados Wentian e Mengtian). Tianhe, com 16,6 metros de comprimento e 4,2 metros de diâmetro, funciona como um centro de moradia e controle para os profissionais.

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Durante décadas, a China investiu bilhões em seu programa espacial e o país enviou seu primeiro astronauta ao espaço em 2003.

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Outros projetos da China para os próximos anos

A exploração espacial da China foi divulgada pelo país em janeiro deste ano, segundo a Agência Espacial Chinesa — CNSA, o relatório detalha que os projetos vão desde a criação de um veículo tripulado de última geração até pesquisas sobre possíveis pousos de astronautas chineses em solo lunar.

Ainda sem previsão para concluir alguns projetos, os especialistas já previam que o país tentaria levar taikonautas — os chamados astronautas chineses —, à superfície do satélite natural. A China também planeja levar mais duas naves robóticas à Lua em cinco anos para estudar as regiões polares, onde pode haver água vinda de gelo.

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Em 2021, o país fez um acordo com a Rússia para construir uma estação de pesquisa em solo ou na órbita lunar e o relatório também revela que nos próximos cinco anos eles pretendem enviar sondas para coletar amostras de asteroides próximos da Terra e naves robóticas para Júpiter.

Em primeiro plano, os especialistas querem coletar amostrar à Terra e posteriormente estudarem uma área permanente nas sombras. Para isso, a China quer fechar acordos estratégicos internacionais para elaborar um projeto de pesquisa no local, ainda sem data para iniciar.

E não para por aí, outro planeta na mira da gigante asiática é Marte que também deve ter coletas trazidas à Terra, com atualização de tecnologias de satélites, aprimoramento do transporte espacial e sistemas de foguetes espaciais.

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