Veja nossa lista com 5 bancos e fintechs brasileiras que trabalham com criptomoedas

Mesmo estando em um período conturbado, as criptomoedas parecem uma tecnologia que veio para ficar. Conheça a lista que preparamos com alguns bancos e fintechs do Brasil que trabalham com estas moedas. 

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Regulamentação das criptomoedas
(Imagem: Michael Förtsch on Unsplash)

1. Itaú

Mesmo sendo uma instituição financeira tradicional e que teve sua digitalização diferente dos bancos nascidos nessa Era, o Itaú percebeu nas criptomoedas uma oportunidade nova de investimento.

Em abril de 2021, o Itaú ofereceu aos clientes a possibilidade de adquirir cotas do primeiro fundo de investimentos da Bolsa de Valores com ativos de criptomoedas, o ETF (Exchange Traded Fund). 

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Neste mês de julho, no dia 14, o banco anunciou o lançamento de uma plataforma de tokenização, que terá o Itáu Digital Assets como responsável em transformar ativos reais em digitais. 

Além disso, a empresa não descarta começar a trabalhar com a compra e venda de moedas como o Bitcoin e o Ethereum. 

2. Mercado Pago

O Mercado Pago é a fintech da empresa Mercado Livre. A empresa argentina é uma das maiores da América Latina com interesse em ser a maior fintech do ramo. 

O braço financeiro da gigante Mercado Livre (o Mercado Pago), já oferece uma opção de compra e venda de moedas digitais desde agosto de 2021. 

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Já em março deste ano, são mais de 1 milhão de clientes brasileiros que usam criptomoedas no Brasil, segundo a empresa.

As negociações com moedas digitais podem ser feitas a partir de R$ 1. Estão disponíveis o Bitcoin, Ethereum, stablecoin e USDT.

3. Nubank 

Difícil seria se um banco digital ficasse totalmente de fora das moedas que também são digitais, né?! Além de oferecer o investimento em criptomoedas com o Nubank Cripto (também a partir de R$ 1), o Nubank já revelou que pretende investir o próprio negócio em Bitcoin. 

Um dos fundadores do banco, David Vélez, afirmou que a empresa pretende investir 1% do caixa do banco em moeda digital. Isso tudo para se alinhar aos correntistas. 

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4. Banco do Brasil 

Outro banco tradicional que está pensando na inovação digital é o Banco do Brasil. Em março deste ano, a empresa apresentou o BB Multimercados Criptoativos Full, o fundo de criptomoedas da instituição. 

Este fundo tem o foco em investidores qualificados e os investidores só podem começar a suas ações a partir de R$ 1mil. 

A taxa anual cobrada pelo fundo pela administração é de 2% sobre o patrimônio líquido. Além do que, esta taxa pode variar de acordo com investimentos colocados em outros fundos, que também cobram taxas administrativas. 

5. Banco Inter

Desde fevereiro de 2021, o Banco Inter disponibiliza transações de fundos de criptoativos na plataforma de investimentos. 

Em parceria com a corretora Vitreo, o banco permite que seus mais de 9 milhões de clientes acessem o mercado de criptomoedas. 

São duas modalidades permitidas pela parceria entre o Inter e a Vitreo: o Cripto Metal Blend, liberado para público leigo e o Criptomoedas, que só pode ser usado por investidores qualificados. 

Importante ressaltar que o sistema do Inter não oferece negociação de compra e venda de critptomoedas, apenas negociação de ETFs.

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