E3 confirma edição presencial e digital em 2023

            Uma notícia boa para os fãs dos games foi divulgada recentemente: a Electronic Entertainment Expo (E3) retornará em 2023 em uma edição digital e presencial. A notícia foi dada pela organizadora Entertainment Software Association (ESA), que não desistiu da icônica convenção de jogos, mesmo com todas as dificuldades durante a pandemia. O show seria realizado neste mês de junho, mas foi cancelado neste ano por conta da insegurança sanitária mundial.

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            Em uma entrevista ao The Washington Post, o presidente e CEO da ESA, Stan Pierre-Louis, afirmou: “Estamos empolgados em voltar em 2023 com um evento digital e presencial. Por mais que gostemos desses eventos digitais e por mais que eles alcancem as pessoas e queiramos esse alcance global, também sabemos que há um desejo muito forte de que as pessoas se reúnam – para poder se conectar pessoalmente e ver uns aos outros e falar sobre o que torna os jogos ótimos”.

            Ele ainda comentou sobre os novos formatos que as companhias de game vêm experimentando para entender o que funciona melhor para os fãs, mas disse que as apresentações presenciais continuam importantes. “Acho que há espaço para um show físico e acho importante ter alcance digital.Combinando esses dois, acho que há um elemento crítico do que achamos que a E3 pode oferecer”, explicou

            A E3 é considerada o maior evento de games do mundo, tendo sido realizada pela primeira vez em 1995. Além da crise do Covid-19, muitas empresas decidiram parar de montar estandes para a feira e criaram as suas próprias transmissões, como a Eletronic Arts (EA), Playstation e Activision Blizzard. A pandemia trouxe muitas oportunidades para essa indústria, já que muitas pessoas precisaram ficar isoladas por muito tempo, tendo como única alternativa de diversão e socialização os jogos online, como Fortnite, League of Legends e CS:GO, também aproveitando que os melhores sites de apostas cs go existem para palpitar nos torneios de eSports e, talvez, levar dinheiro para casa. Nessas plataformas de jogatina, é possível apostar em seu time favorito de esportes eletrônicos, como também em esportes físicos, como o futebol e basquete.

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Games e violência

            Ainda na entrevista ao The Washington Post, Stan Pierre-Louis comentou sobre a violência armada nos Estados Unidos, e se posicionou contra a opinião do senador norte-americano Ted Cruz, que disse que os videogames são uma das causas para os crimes de ódio e tragédias ocorrendo no país.

“Nós desencorajamos acusações infundadas ligando essas tragédias ao jogo de vídeo porque a ciência é clara e tem sido por muito tempo: pesquisas independentes apontam para o fato de que os videogames não servem como fonte de violência no mundo real”, começou o CEO da ESA. “Acho que o fato e a estatística mais revelador é que os mesmos video games vendidos nos Estados Unidos são vendidos em todo o mundo. E, no entanto, somos o único país que tem esse nível de violência e violência armada em particular”, completou.

Microsoft

Como a E3 não acontecerá neste ano, a Microsoft vem buscando uma maneira de substituir a experiência da convenção para os usuários do Game Pass. E, para replicar um dos maiores atrativos das versões presenciais da E3, a possibilidade de visitar os criadores dos games e jogar demos em desenvolvimento, a Microsoft criou o Projeto Moorcroft para o Xbox Series X|S. Assim, a empresa vem trabalhando com os seus desenvolvedores para levar demos de games que serão lançados no futuro para o Xbox Game Pass.

O Projeto Moorcroft tem previsão para começar no próximo ano, e o primeiro objetivo da Microsoft será oferecer uma plataforma para desenvolvedores independentes mostrarem pequenas porções dos seus jogos ao público através do Game Pass.

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