Cérebro adolescente está por trás do Lapsus$

Um grupo hacker que já vem aplicando golpes com o uso de ransomware, engenharia social e captação de membros infiltrados nas empresas. Um cérebro adolescente por trás do Lapsus$ pode ser solução da charada. Entenda o caso a seguir.

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Hacker agindo em local escuro (Imagem: Clint Patterson/Unsplash)
O crime não tem idade, cérebro adolescente está por trás do grupo hacker Lapsus$ (Imagem: Clint Patterson/Unsplash)

Mente criminosa adolescente pode estar por trás das ações do Lapsus$

Uma reportagem do Bloomberg pode ter revelado mais informações sobre o suposto líder do grupo hacker Lapsus$, que já teve como vítimas a Nvidia, Samsung, Microsoft, entre outras grandes empresas de tecnologia.

As informações dos investigadores podem ter revelado que trata-se de “adolescente que vive com a mãe, perto de Oxford, na Inglaterra”.

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Os investigadores foram contratados por empresas que sofreram ataques do grupo recentemente, com o objetivo coletar informações sobre o cérebro por trás de toda a operação e, talvez, encerrar a carreira do criminoso juvenil.

Nota-se que até agora o “suspeito” foi nomeado por seus ataques. Prudentes no caso de menores de idade, os investigadores acreditam estar lidando com uma pessoa com apenas 16 anos, que não teve a identidade divulgada.

Segundo as investigações, o jovem está ligado “alguns dos principais hacks realizados pelo Lapsus$, mas eles não conseguiram liga-lo conclusivamente a cada hack que o grupo alega”.

Através de “evidências forenses dos ataques, bem como informações disponíveis publicamente para ligar o adolescente ao grupo”, a conclusão é de que ele faz parte sim dos hackers.

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Lapsus$ pode ter membro brasileiro

Além do cérebro adolescente por trás do Lapsus$, visto como líder do grupo, segundo as investigações, a extensão do grupo vai muito além das fronteiras britânicas.

A informação quem mais nos aproxima do grupo é o fato de outro suspeito ser outro adolescente, mas dessa vez, residente no Brasil. Outras contas “exclusivas” foram identificadas como sendo membros da quadrilha.

A investigação foi surpreendida por um fato inusitado até para os mais experientes profissionais de cibersegurança, “o adolescente é tão hábil em hacking — e tão rápido — que os pesquisadores, inicialmente, pensaram que a atividade que estavam observando era automatizada”, ou seja, mais uma mente brilhante que está indo para o “lado negro da força”, ou hackers black hats (como são chamados os que praticam crimes).

A última grande vítima do grupo foi a Microsoft, que já “rastreia Lapsus$ como ‘DEV-0537’, e disse que o grupo recrutou com sucesso insiders em empresas vitimizadas a fim de ajudar em seus hacks”, comprovando a eficácia das últimas ameaças divulgadas no Telegram do grupo.

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Agora, resta saber se os investigadores especialistas vão conseguir reunir provas suficientes para fornecer a polícia um “caso”, ou serão eles mesmos as próximas vítimas do grupo para fazer uma “queima de arquivo”.

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