Meta anunciou decisão inesperada para o segundo semestre de 2022: é isso mesmo?

A empresa Meta, dona do Facebook, está pronta para um segundo semestre com a economia reduzida. A decisão foi tomada devido os desafios enfrentados no setor e os impactos de privacidade de dados nos anúncios.

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Imagem: Divulgação

As informações foram divulgadas pela empresa através de um relatório divulgado na última quinta-feira (30). Mark Zuckerberg já havia informado em maio deste ano sobre o congelamento de contratações devido à desaceleração do crescimento da receita.

Segundo o NY Post, a empresa deve “priorizar de forma mais implacável” e “operar equipes mais enxutas, mesquinhas e com melhor execução”, escreveu o diretor de produtos Chris Cox no memorando.

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“Tenho que ressaltar que estamos em tempos sérios aqui e os ventos contrários são ferozes. Precisamos executar com perfeição em um ambiente de crescimento mais lento, onde as equipes não devem esperar grandes influxos de novos engenheiros e orçamentos”

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E não é só o Meta que precisou tomar medidas necessárias sobre a economia, mas outras empresas de tecnologia também sofrem os impactos de uma recessão nos Estados Unidos. Entre às três gigantes do setor, Apple, Google e Meta, a companhia de Mark foi que mais teve queda nas ações recentemente.

Acredite, o Meta perdeu a meta e metade do seu valor em 2022

A maior empresa de mídia social do mundo, perdeu cerca de metade de seu valor de mercado este ano e pela primeira vez os usuários ativos diários sofreram uma queda trimestral.

Isso afeta os negócios do Meta que precisará reestruturar seus produtos de mídia social para sair na frente de seus concorrentes, principalmente do TikTok, além de investir a longo prazo em tecnologia de realidade aumentada e virtual.

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Em seu memorando, Cox relatou também que a empresa precisaria aumentar em cinco vezes o número de unidades de processamento gráfico (GPUs) até o final do ano para apoiar o impulso da “descoberta”, que exige poder computacional extra para funcionar

Outro ponto levantado foi o crescimento de usuários que gostam de vídeos curtos e que o número de pessoas que visualizavam Reels era surpreendente. Esse resultado é uma direção importante para o Meta, que deverá impulsionar os anúncios no Reels “o mais rápido possível”, acrescentou Cox.

Reels será a grande aposta?

Mark Zuckerberg falou em abril deste ano com os executivos da empresa que o Reels “é uma parte importante da visão do mecanismo de descoberta”.

Entretanto, ele disse também que a curta mudança de vídeo era como um “vento contrário de curto prazo” que aumentaria a receita gradualmente à medida que os anunciantes se adaptassem a esse novo modelo.

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Segundo Cox, a empresa também estava focada em vincular contas em seus produtos de realidade virtual e aplicativos tradicionais de mídia social.

Qual será o destino do Meta? Talvez essas perguntas sejam respondidas por Mark coletiva com previsão de ser realizada na próxima quinta-feira (7).

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