NASA testa superfoguete para retorno à Lua

Já se passaram mais de 50 anos após a primeira caminhada do homem no satélite terrestre. Apesar disso, NASA já testa um superfoguete para o retorno à Lua. Mesmo com a data oficial sendo adiada em um ano, a agência espacial garante que o evento será em 2025.

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Nave Orion e foguete SLS (Imagem: Nasa/Divulgação)
Nave Orion e foguete SLS (Imagem: Nasa/Divulgação)

Superfoguete com nova data de testes para a Lua

Não se trata da missão Artemis, mas sim os testes com o foguete e nave que levarão a missão até a Lua novamente.

Chamados SLS e Orion, os novos equipamentos serão testados e seu comportamento durante a simulação definirá quando a missão principal poderá seguir seu rumo até a Lua, segundo o New York Post.

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O teste deverá acontecer em abril e exige muito investimento de trabalho para ser realizado. O jornal americano definiu o processo assim:

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“Levará cerca de 11 horas para mover o superfoguete do seu local de armazenamento até a plataforma de lançamento. Uma vez lá, a Nasa disse que levará cerca de duas semanas para os especialistas se prepararem para o teste, isso significa que o propulsor será adicionado aos tanques de foguetes e uma contagem regressiva completa de lançamento ocorrerá.”

A missão de retorno a Lua

Apesar de a Artemis 1 não ser a missão que levará humanos a pousar na Lua em 2025, ela faz parte do processo de missões que chegarão até a versão que de fato levará, entre outros, a primeira mulher a caminhar em solo lunar.

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Sendo a primeira fase desse processo, a nave Orion e os testes com o SLS definirão uma data para o lançamento do equipamento sem tripulação – que pode ser feito ainda em 2022, em janelas de maio até julho, segundo o The Sun.

Com os resultados dos testes sendo positivos, todo o equipamento será levado de volta ao prédio de montagem da NASA e os especialistas poderão calcular qual das janelas disponíveis é melhor para o lançamento desse ano.

Redução de verbas da NASA atrasam as missões

Um dos principais motivos que adiaram a missão tripulada para a Lua de 2024 para 2025 foram as reduções orçamentárias da agência.

Segundo informações publicadas pela BBC, a NASA recebeu apenas US$ 850 milhões (R$ 4,6 bilhões) dos US$ 3,3 bilhões (R$ 18,1 bilhões) que pediu ao Congresso dos EUA para construir a plataforma de pouso. A grande disputa está em quem irá criar o veículo ou plataforma de pouso no satélite terrestre.

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Elon Musk e Jeff Bezos disputam quem dará suporte a NASA na viagem de pouso a Lua. A situação passa pelos seus próprios imbróglios judiciais. O líder da Amazon chegou a se oferecer para bancar US$ 2 bilhões (mais de R$ 10,3 bilhões) dos custos em troca de participar do contrato de construção de um veículo de pouso na Lua.

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