Twitter quer aumentar participação em marketing político

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O Twitter enviou Adam Sharp,seu principal estrategista político, ao Brasil para explicar aos senadores como tirar vantagem da rede de 250 milhões de usuários. O foco está nas eleições de outubro. O Twitter considera a América Latina é um dos mercados de maior potencial de expansão, em especial pela adoção maciça de smartphones e outros

O Twitter enviou Adam Sharp,seu principal estrategista político, ao Brasil para explicar aos senadores como tirar vantagem da rede de 250 milhões de usuários. O foco está nas eleições de outubro.

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O Twitter considera a América Latina é um dos mercados de maior potencial de expansão, em especial pela adoção maciça de smartphones e outros dispositivos móveis, que aumentaram muito rápido a penetração da internet.
Sem revelar números, o Twitter vê o Brasil como é seu quinto mercado global, o México está entre os 10 primeiros e a Colômbia e o Chile entre os 20 principais.

E, em um ano no qual já houve três eleições presidenciais e ainda faltam as de República Dominicana, Colômbia, Bolívia e Uruguai – sem contar o Brasil – , a plataforma de microblogs está se tornando uma ferramenta indispensável no arsenal de qualquer político.

“Na América Latina, as pessoas são apaixonadas por política”, disse Sharp à Reuters.  “É onde vejo que há espaço para melhorar”, acrescentou, “é nos concentrar mais na autenticidade e ter conversas reais com o público que não necessariamente sejam sobre política”.

Normalmente, os políticos abrem uma conta no Twitter para transmitir a sua mensagem, e com o tempo passam a dar um toque mais pessoal à comunicação. Os mais conectados estabelecem uma relação direta de diálogo com os eleitores.

Uma particularidade da América Latina é a presença direta dos políticos na interação: eles costumam escrever pessoalmente os tuítes, em vez de contar com assessores para isso. Para Sharp, esse é um traço bom, pois reforça o elo com os eleitores e dá maior percepção do panorama político.


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